Biografia

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Ana Torrie

Pós-graduação em Gravura, Mestrado em Desenho e Técnicas de Impressão e Licenciatura em Escultura na FBAUP. No Brasil realizou o projecto de Investigação em Gravura na UFRJ -Rio / UFES - Espírito Santo.
Fundou e é coordenadora do Atelier Guilhotina - oficina de gravura, impressão e autoedição, residências e workshops. Criou a “Chapa Azul” - Oficina Móvel de Gravura (Bolsa Gulbenkian, 2015-2017). Em 2019, realizou a exposição ‘por que te escondes nos arbustos negros’ (obra adquirida coleção BERARDO).
Recebeu o prémio do Júri na “5a Bienal Internacional de Arte de Espinho” e teve sua obra “Abismo” adquirida pelo Tribunal da Relação do Porto na exposição “Sophia Mulher Poesia”, e pelo programa “Aquisições” da C.M. Porto. Seu livro “Silvestre” foi adquirido para a coleção da Fundação Calouste Gulbenkian. Na publicação, a destacar as gravuras feitas para as ilustrações da programação 2017 da Casa da Música no Porto, as capas da Editora Antigona - “Uma Vindicação dos Direitos da Mulher” de Mary Wollstonecraft, e “Da Educação das Mulheres” de Choderlos de Laclos, e as capas do álbuns musicais “Motor” - Peixe (ex Ornatos
Violeta), “Vox Flora Vox Fauna” de Ece Canli. Em 2020, realizou a exposição “onde a erva murmura” em Ovar, e sua obra ‘feras e fúrias’ foi doada à coleção municipal. Seu último trabalho fará parte da 4a Bienal Internacional de Arte de Gaia na exposição “A Democracia é uma Obrigação de Todos os Dias”.

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Costanza Givone
Mestre em artes cénicas e pós-graduada em dança contemporânea na ESMAE (Porto). Estudou no CEM (Centro Em Movimento, Lisboa), no CPDC (Centro de Aperfeiçoamento em Dança Contemporânea de Florença), e teatro no Teatro del Giglio (Lucca). No seu percurso artístico destaca os artistas N.Karpov, Virgilio Sieni, Simona Bucci, Sofia Neuparth, Peter Michael Dietz, Vera Mantero, Alexej Merkushev da companhia Derevo, Gey Pin Ang, Gabriella Bartolomei (voz) com os quais estudou e os coreógrafos e encenadores Madalena Victorino, Aldara Bizarro, André Braga e Claúdia Figueiredo com os quais trabalhou como intérprete. Em 2006 foi co-fundadora da companhia Zaches Teatro para aprofundar o estudo da relação do corpo com o objeto, a máscara, a marioneta. Desde 2012 ao lado do trabalho de intérprete desenvolve projetos pessoais em colaboração com artistas de diferentes áreas: Exposição (TMP, Porto, 2021), Fogo Lento (projeto vencedor da Bolsa Isabel Alves Costa 2018), Famílias (projeto-satélite Circolando), Tempo Rói (estreia TAGV, Coimbra, 2015), Santas de Roca (produção Artemrede 2013), Salomé ha Perso il Lume ( finalista do Premio Scenario, estreia no FIMFA). Nos últimos anos, graças aos projetos Espírito do Lugar 1.0, 2.0, 3.0, 4.0, 5.0 e Derivas, desenvolveu trabalhos site-specific no Porto e em Coimbra. Em 2021 cria com Sofia Arriscado Lapso, um vídeo experimental que ganha o premio Aquisição Fundação EDP/MAAT no Festival Fuso 2021.