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FOGO LENTO

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Imagem: Pedro Sardinha

The research

Mycelium is a research and creation project about the relationship between the individual and the collective. The study of the behaviour of mycelium and symbiotic organisms is the starting point for a research that sees communication and exchange as its greatest strength.
The mycelium, the vegetative apparatus of fungi, travels underground in a dense network of connections between plants. It is a vehicle for vital nutrients, it carries information, it has a symbiotic relationship with the roots that makes us wonder where the mycelium begins and where the plant ends. The mycelium makes choices in the pathways it builds and decides, based on the availability of these nutritional elements, how much to give to the plants. In its growth process, its body is connected to the roots of trees without defined boundaries and is able to make choices without having a centralised structure. It seems to act "intelligently", without a brain, body or centre (from the Latin intelligere, from inter and leger: to choose between).

The behaviour of the mycelium is highly inspiring, both because it reveals a highly active subterranean world and because it helps us to think about other types of intelligence and forms of cooperation and communication.
If the capitalist system favours activities that follow the principle of scalability, i.e. requiring the elements of a project to be indifferent to the indeterminacy of the encounter in order to allow easy expansion through the multiplication of elements, the mycelium favours the encounter.
This research has given rise to various manifestations in the form of exercises, workshops, talks and, finally, a performance in which the spectators become part of the action thanks to the creation of a collective dynamic streamlined by the scenic device.

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Oficina Corpo-planeta

“Não só o nosso intestino e as nossas pestanas são habitadas por bactérias e simbiontes animais, se olhares no parque os simbiontes são omnipresentes. Os trevos e as ervas daninhas têm bolinhas nas suas raízes. São bactérias que fixam o nitrogénio, essenciais para o crescimento saudável num terreno pobre em nitrogénio. E olha para as árvores, até trezentos diferentes simbiontes fúngicos, as micorizzas que notamos como cogumelos, entrelaçam-se com as raízes. 

Somos simbiontes num planeta simbiótico, e se prestamos atenção, podemos encontrar simbiosi em todo o lado.”
Lynn Margulis, The symbiotic planet. 

 

A partir de alguns dos elementos cénicos e dramatúrgicos do espetáculo, criámos uma encenação interativa pensada para salas não convencionais, que convida as crianças a refletir sobre as possibilidades que nascem do encontro e da cooperação.


O encontro como disponibilidade para acolher o diferente.
O encontro como observação, respeito e escuta.
O encontro como espaço para imaginar.

A ficção de uma viagem a um planeta distante torna-se um espelho para imaginar encontros extraordinários e refletir sobre como os conceitos científicos de simbiose, mutualismo e parasitismo podem ser aplicados em diferentes níveis de abstração — das relações entre seres vivos às formas como nos ligamos uns aos outros e ao ambiente que habitamos.
Assim, o imaginário científico transforma-se em linguagem sensível, permitindo às crianças explorar, através do jogo e da observação, as complexas teias de cooperação e interdependência que sustentam a vida.​​​​

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Duração: 35 minutos | Público-alvo: crianças dos 6 aos 12 anos | Lotação: máx. 30 pessoas (variável) | Exposição: Site Specific (variável)

ASTRA 8 - LAB

Exposição Performativa para crianças

Boa tarde, colegas cientistas!
Estamos aqui para vos apresentar os extraordinários resultados das nossas extensas pesquisas sobre o misterioso planeta ASTRA 8.

Conhecem-no? Não? certo? não? Ora bem, a planeta ASTRA
8 não é como os outros planetas….

 

Nesta exposição performativa, duas cientistas extravagantes conduzem o público por um laboratório muito especial, onde se investigam as formas de vida que habitam um planeta distante. Entre objetos, experiências, sons e pequenas revelações científicas, os visitantes são convidados a explorar um universo onde tudo parece estranho, mas também profundamente familiar. Inspirada nas ideias de simbiose e cooperação, ASTRA 8 – lab cruza curiosidade científica com a imaginação, convidando crianças e adultos a descobrir como o encontro com o diferente pode abrir caminho para novas formas de viver, criar e coexistir.

 

 

Ficha artística: Coordenação artística, encenação e interpretação: Costanza Givone; Interpretação eco-criação: Clelia Colonna; Escrita do texto e apoio dramatúrgico: Alex Cassal; Objetos e figurinos: Svenja Tiger; Desenho de Luz e maquinaria: Rui Azevedo; criação e performance musical: Henrique Fernandes e Samuel Coelho; produção: Margarida Fragueiro; vídeo: Zhang Qinzhe.

 

Os desenhos expostos na ASTRA 8 - lab, são da autoria das crianças que participaram nas oficinas da ASTRA 8 que decorreram no Lugar do Jogo do Teatro da Palmilha Dentada, da Escola do Campo 24 de Agosto, do Colégio Nossa Senhora de Lourdes e da Escola Básica do Bom Sucesso (Porto).

Para mais informaçõs contactem-nos: 

​​

mail: fogolento.cultural@gmail.com telefone: 915951342(Costanza Givone)

 

As fotos presentes nesta página foram tiradas no FIMP 2025.

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